O rio é a “ ruga mais profunda da velha paisagem lusitana, escoando para o mar as suas lágrimas “ a região em que “ as montanhas foram galgadas por escadarias de socalcos, em cujos terraços planos a terra ficou guardada". Teixeira de Pascoais


Todo esse trabalho feito por uma “raça de gigantes que ergueu o mais belo e doloroso monumento ao trabalho do povo português”. Jaime Cortesão


“ e é no mapa da pequenez que nos coube, a única evidência incomensurável com que podemos assombrar o mundo”. Miguel Torga